Pensamento longo
Decisões de arquitetura e design valem mais do que a velocidade da entrega. Damos tempo ao tempo certo.
Somos um estúdio de tecnologia fundado em 2017, em São Paulo. Trabalhamos com poucos clientes por vez para conseguir entrar no problema antes de propor a solução — e ficar tempo suficiente para ver os resultados.
A Raiz da Mente começou em 2017, quando Helena, Tomás e Beatriz se reuniram em uma sala emprestada na Vila Madalena para escrever, em duas folhas de papel, a empresa onde gostariam de trabalhar — e que, segundo eles, ainda não existia no Brasil.
O que sai daquele documento ainda guia o que fazemos: equipes pequenas, projetos longos, decisões tomadas com calma, código que se mantém legível depois de cinco anos. Recusamos a maior parte das oportunidades que recebemos. Aceitamos as que fazem sentido inteiro — para o cliente e para nós.
Hoje somos dezessete pessoas em um sobrado nos Jardins. Servimos seis clientes ativos por trimestre, no máximo. Não temos planos de crescer mais rápido do que conseguimos formar gente.
São princípios escritos em 2017 e revisitados todo ano. Mudaram pouco. O essencial continua igual.
Decisões de arquitetura e design valem mais do que a velocidade da entrega. Damos tempo ao tempo certo.
Times de três a cinco pessoas. Comunicação clara é um produto da escala — e a escala precisa caber em uma sala.
Escrevemos software pensando em quem vai mantê-lo daqui a quatro anos. Especialmente quando essa pessoa não somos nós.
Toda recomendação importante é precedida por escuta de campo. Não opinamos sobre problemas que não estudamos.
Compartilhamos o repositório, o backlog e os erros. Cliente e estúdio leem o mesmo dashboard.
Recusamos projetos que não conseguimos entregar bem. Indicamos colegas quando faz sentido. O cliente vem antes da fatura.
Trabalhamos com clientes que entendem que boas perguntas custam mais do que respostas rápidas — e duram mais também.
As três sócias-fundadoras assinam todos os projetos. Você vai falar com elas desde a primeira reunião e elas seguem presentes até o aceite final.
Mestre em Administração pela FGV. Quinze anos em produto digital, com passagens pela Globo e pela B3. Lidera a fase de escuta de cada projeto.
Engenheiro com formação na USP e oito anos em sistemas distribuídos no Itaú. Mantém os padrões de código e a prática técnica do estúdio.
Mestrado em interação na PUC-Rio, passagem pela R/GA. Conduz design de produto, identidade visual e a relação com o que é tangível.
Marque uma conversa de meia hora. Sem apresentação. Sem proposta comercial. Só uma conversa para entender se faz sentido continuar.